tratamento do HPV

 

O tratamento do HPV depende de diversos fatores como:

  • a idade da paciente;
  • o local e o número de lesões;
  • se a mulher está grávida ou apresenta alguma doença ginecológica.

Não se esqueça de que mesmo após o tratamento é aconselhável o acompanhamento. Seu médico é a pessoa mais indicada para lhe dar todas as orientações. Converse com ele.

Quais são as formas para tratar o HPV?
Existem várias formas de tratar. A maioria delas destruirá o tecido doente e isso pode ser feito por:

Criocirurgia
Tratamento feito com um instrumento que congela e destrói o tecido anormal.

Laser
Utilizado em alguns tipos de cirurgia para cortar ou destruir o tecido em queestão as lesões.

CAF – Cirurgia de alta frequência
Feito com um instrumento elétrico, remove e cauteriza a lesão.

ATA – Ácido Tricloro Acético
É um ácido aplicado pelo médico diretamente nas lesões.

Conização
Um pedaço de tecido em forma de cone é retirado com o auxílio do bisturi, do laser ou do CAF.

Medicamentos
Em algumas situações pode-se utilizar medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo.

Existe cura?
Sim, na maioria dos casos os tratamentos curam completamente as lesões e o vírus é erradicado do organismo.

 

Métodos para diagnosticar lesões características associadas ao HPV incluem inspeção visual, citologia (exame de Papanicolaou), colposcopia, vulvoscopia, peniscopia, histologia (biópsia) e exames laboratoriais para detecção do DNA do HPV.

Cada método tem suas vantagens e desvantagens relacionadas à sensibilidade, à especificidade e à aceitação do paciente. Deve-se realizar diagnóstico diferencial com outras lesões papilomatosas, incluindo variações anatômicas (glândulas sebáceas, pápulas perláceas do pênis), outras doenças infecciosas e neoplasias.

 

 

O HPV é um vírus transmitido pelo contato sexual que afeta a área genital tanto de homens como de mulheres.

O HPV é uma família de vírus com mais de 80 tipos. Enquanto alguns deles causam apenas verrugas comuns no corpo, outros infectam a região genital, podendo ocasionar lesões que, se não tratadas, se transformam em câncer de colo do útero.

Uma das características desse vírus é que ele pode ficar instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, entrando em ação em determinadas situações, como na gravidez ou em uma fase de estresse, quando a defesa do organismo fica abalada.

Na maior parte das vezes a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. A mulher tanto pode sentir uma leve coceira, ter dor durante a relação sexual ou notar um corrimento. O mais comum é ela não perceber qualquer alteração em seu corpo.

Geralmente, essa infecção não resulta em câncer, mas é comprovado que 99% das mulheres que têm câncer do colo uterino foram antes infectadas por esse vírus. No Brasil, cerca de 7.000 mulheres morrem anualmente por esse tipo de tumor.

Em seus estágios iniciais as doenças causadas pelo HPV podem ser tratadas com sucesso em cerca de 90% dos casos, impedindo que a paciente tenha maiores complicações no futuro. Portanto, a melhor arma contra o HPV é a prevenção e fazer o diagnóstico o quanto antes.

 

 

A infecção do papilomavírus humano (HPV) por meio do sexo oral é um dos maiores fatores de risco do câncer de garganta entre homens e mulheres, revelou um estudo publicado pela revista científica New England Journal of Medicine.

Segundo os cientistas do Centro Oncológico Johns Hopkins, em Baltimore (Maryland), o perigo de contrair o vírus aumenta quando a prática do sexo oral é realizada com vários parceiros e, como no caso da maioria das doenças venéreas, uma boa proteção é o preservativo.